Advertisement

Customize
08 October 2007 @ 07:27 pm
Eu venho usando o RapidShare para fazer uploads dos arquivos, permitindo assim que vocês façam os downloads. Mas, com relação a isso, algo tem me preocupado: será que o povo sabe usar esse site ou fica perdido quando ver que o download não começa a ser feito de cara, logo quando se clica no link correspondente?
Tá, eu sei que essa pergunta pode ser idiota para alguns, no entanto, para se evitar qualquer imprevisto, é necessário fazer um pequeno manual de como se proceder com o RapidShare (o que também serve para outros sites de upload).

Fazendo download

1) Clica-se no link desejado.

Exemplo: http://rapidshare.com/files/61219946/Operadores_Argumentativos.doc.html

2) Uma janela será aberta e, nela, na parte de baixo, uma tabela. Na última linha da tabela, "Select your download", deve-se clicar em "free" (grátis).

3) Então, aparecerá uma parte comum em procedimento de segurança na internet. O site pedirá que o internauta escreva no campo em branco o código (letras e números, só letras ou só números, isso varia) que consegue lê. Então, é isso que se deve fazer. Após esse passo, é só clicar em "Download via..." e a guia para downloads aparecerá (pode ser a do navegador ou de algum acelerador de downloads, como o DAP). Clica-se em download ou salvar e é só partir pro abraço.

Galera, por enquanto, é só.
Estou aprendendo ainda a mexer com html. Quando aprender, não usarei mais esse caminho pelo rapidshare e sim algo mais rápido, de forma que só seja necessário clicar em "DOWNLOAD" aqui msm no site da turma.
Vai melhorar isso aqui, digo que vai!!

Até!
 
 
 
09 September 2007 @ 09:09 pm

Segundo Reinado - Arquivos

http://rapidshare.com/files/54574651/segundo_reinado.ppt.html
Apresentação de slides, sobre Segundo Reinado, passada durante as aulas da Profª Nadja.


http://rapidshare.com/files/54577430/resumo_historia_brasil_parteII.doc.html 

Esse é um resumo de alguns assuntos de história para o vestibular que, como vocês poderão conferir após baixá-lo, vale e muito para nós, já que tem os assuntos que a professora está "dando". Além disso, servirá para o vestibular, o que é uma função, ao menos, óbvia.

 
 
07 August 2007 @ 06:28 pm

HISTÓRIA DO BRASIL (1831-1840)

 

PERÍODO REGENCIAL

 

(ver artigos da Constituição de 1824)

 

-          Um dos mais agitados da história brasileira;

-          Caracterizou-se por dois períodos: liberal e conservador;

-          Origem de três tendências políticas:

·     restauradores (comerciantes portugueses, militares conservadores, funcionários públicos liderados por José Bonifácio).

·     liberal moderado (membros da aristocracia rural): Pe. Feijó, Evaristo da Veiga e Bernardo Vasconcelos.

·     Liberal exaltado (proprietários rurais, membros da classes médias urbana e do exército. Membros mais radicais: Cipriano Barata e Miguel Farias.

 


As Regências:

 

Trina Provisória (abril a junho/1831)

-          Readmissão do ministério brasileiro;

-          Anistiaram os prisioneiros políticos;

-          Suspenderam temporariamente o poder moderador

 

Trina Permanente (1831-1835)

       -        criação da Guarda Nacional (milícia armada formada por membros abastados);

       -        aprovação do Código Criminal;

       -        Ato Adicional de 1834 (criação de assembléias legislativas provinciais, criação do Município Neutro do Rio de Janeiro, substituição da Regência Trina pela Una, suspensão do Conselho de Estado.

 

Una de Feijó (1835-1837)

-          período de manifestações contrárias à ordem vigente

-          movimentos regionais: cabanagem, sabinada e farroupilha

-          cisão dos moderados: progressistas e regressistas (partidos liberal e conservador)

 

Una de Araújo Lima (1837-1840)

-          tendência conservadora (centralização monárquica)

-          criação do Colégio Pedro II, do Arquivo Público Nacional e o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

-          Lei interpretativa (centralização do poder)

-          Fundação do Clube da Maioridade pelos liberais em 1840.

 
 
18 June 2007 @ 04:44 pm

CARTISMO
Grupo do Al. Marcos
http://rapidshare.com/files/37986553/Cartismo.ppt.html

SOCIALISMO UTÓPICO
Grupo da Al. Jessica Hind
http://rapidshare.com/files/37987345/Socialismo_Ut_pico.ppt.html

SOCIALISMO CIENTÍFICO
Grupo da Al. Nathalia Ribeiro
http://rapidshare.com/files/39188286/Socialismo_Cient_fico.ppt.html

PENSAMENTO EUROPEU DO SÉCULO XIX
Grupo da Al. Jéssica
http://rapidshare.com/files/39188396/Pensamento_europeu_do_s_culo_XIX.ppt.html

DARWINISMO SOCIAL
Grupo do Al. Bittencourt
http://rapidshare.com/files/39368140/Darwinismo_Social.ppt.htm

DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA
Grupo da Al. Luciana Ferraz
http://rapidshare.com/files/39703634/Doutrina_Social_2.ppt.html

POSITIVISMO
Grupo da Al. Kamila Fuchs
http://rapidshare.com/files/39706329/OPOSITIVISMO_3_.ppt.html


 

 
 

Este é o primeiro trabalho postado e é de autoria do grupo composto pelos seguintes componentes: 

Matheus da Paz n°1638
Eunice n°1654
Fernanda n°1652
Kamila Fuchs n°2692
Jéssica Hind n°1627
Marcella n°2227


ANÁLISE DO CONTEÚDO DO COTIDIANO BRASILEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX:
Presença e Influência Inglesas na Sociedade Brasileira
 
Ao assistirmos à comédia “Carlota Joaquina, Princesa do Brasil”, com direção de Carla Camurati, percebemos que a diretora toma proveito de seu filme, que se passa no início do século XIX e trata da vida da princesa Carlota Joaquina, para fazer diversas críticas aos fatos ocorridos em tal época, entre eles a subordinação portuguesa aos interesses político-econômicos da então potência capitalista, Inglaterra.
Em meados de 1808, D.João VI, chegou ao Brasil, o qual, não por acaso, foi escolhido como destino da fuga – da invasão dos exércitos bonapartistas –, pelos ingleses, por ser a mais rica das posses lusitanas. Uma das primeiras ações joaninas foi a Abertura dos Portos às Nações Amigas – através dos conselhos de Lorde Strangford, interpretado por Chris Hieatt –, que favorecia diretamente a Inglaterra.  Em 1810, foi firmado um tratado entre Brasil e Inglaterra, a qual passou, pelo tratado, a ter 15% apenas de taxa alfandegária para entrada de seus produtos no Brasil, além de: os comerciantes ingleses podiam pagar os impostos à Alfândega em condições iguais às dos portugueses, com três, seis ou nove meses de prazo, usando letras de câmbio; um Juiz Conservador da nação inglesa julgava os súditos britânicos de acordo com as leis da Inglaterra; era permitida a liberdade de religião, com igrejas e capelas de outros credos e cemitérios separados.
Sem hesitações, os ingleses convenceram-se de que encontrariam, no Brasil, excelente oportunidade para a expansão de sua indústria e de seu comércio e aproveitando-se, como bons realistas, das circunstancias favoráveis, começaram a chegar ao Brasil - em especial, para São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife.  Em 1808, representações comerciais inglesas (firmas, bancos e empresas concessionárias) já estavam instaladas no Rio de Janeiro e, com o tempo, os portos brasileiros abarrotaram-se de produtos ingleses de todos os tipos: produtos de ferro, vidro, cobre, lã, roupas etc, sendo que muitos destes produtos ocuparam as casas e ruas brasileiras.
Se comerciantes britânicos se espalharam por nossas cidades, não escassearam os empreendimentos ingleses de mineração e, quando a tração a vapor permitiu as estradas de ferro, mais do que em qualquer outra esfera os ingleses patentearam aí a sua superioridade técnica e científica. No Brasil, os primeiros cabos submarinos, fundições modernas, estradas de ferro, telégrafos, moendas de engenho moderno de açúcar, a iluminação a gás, barcos a vapor, redes de esgoto foram, quase todos, obras dos ingleses.
O Brasil tornou-se parte do roteiro do domínio britânico e era de bom alvitre para o desenvolvimento capitalista inglês que o Brasil deixasse a dependência que tinha com Portugal, pois um país livre significava consumidores em potencial para a “Terra da Rainha”. Assim, a Inglaterra intermediou as negociações entre Brasil e Portugal para o reconhecimento daquele como nação independente, tendo ele de pagar dois milhões de libras esterlinas a sua antiga metrópole, que as usou para quitar dívidas que tinha com a nação inglesa. Tal pagamento iniciou a gigantesca dívida externa brasileira, que, com os anos, aumentaria, devido aos empréstimos feitos junto a representações inglesas, os quais só intensificavam a dependência em relação à Grã-Bretanha. Mas o Brasil ainda era escravagista e escravos significavam menos consumidores. Logo, a Inglaterra pôs-se a pressionar o Brasil para que extinguisse o tráfico negreiro, a partir dos tratados de 1810 e 1826, que só foram cumpridos com a Bill Aberdeen (1845) e ameaças de guerra, levando à promulgação da Lei Eusébio de Queirós, em 1850, que extinguia o tráfico.
O campo de influência inglês, com o tempo, ultrapassou o campo econômico e político, alcançando o social, influenciando o modo de vida, o vestuário, a arquitetura, a culinária, o campo jurídico, os desportos, o léxico etc.  Entre os efeitos da sua influência, a Maçonaria, o júri e o habeas-corpus, o terno branco, o chá, a cerveja e o uísque, o bife com batatas, o pijama de dormir, o tênis e o futebol, o escotismo, o sanduíche etc. Isso sem contar as inúmeras palavras inglesas incorporadas à nossa língua. Influências de ordem menos material são verificadas na forma do culto religioso, na conduta de cada dia pelo hábito da pontualidade, na ética dos negócios pela venda escrupulosa de produtos.
Um exemplo de como a Inglaterra estava presente com sua soberania foi a substituição do material que era utilizado nas casas pelo vidro e ferro, que passaram a caracterizar as casas brasileiras e existiam em grande quantidade na Inglaterra. Ter vidro ou vidraças passou a ser vantagem incalculável. É plausível também lembrar da existência de um cemitério inglês em Pernambuco, o Cemitério dos Ingleses.
Assim, passamos, nós brasileiros, a primeira metade do século XIX: como muitas outras nações, fomos peões no jogo de dominação encabeçado pela Inglaterra em função de sua crescente alma capitalista (financeiro-monopolista). Foram tempos que, de certa forma, hoje, tornam este pensamento viável: emancipamo-nos de Portugal, mas, assim como nossa metrópole, fomos acometidos pela eterna “amizade” inglesa. Podemos até ser extremistas, lembrar do Grito de Independência, “Independência ou Morte!”, e refletir: se tal frase fosse uma pergunta – o que, de certa forma, é – responderíamos, depois da azarenta experiência, “Morte!”. Responderíamos de tal forma, pois foi a isso que a dita “independência” nos trouxe: uma dívida externa, com zeros que passam o campo de visão, que impediu (e impede) o investimento em áreas civis e causou muitas mortes por doença, por guerras, por desgosto!
 
 
29 March 2007 @ 08:17 pm
Óbvio! rsrs

Ah, agradecimentos a Sayonara por ter "ajudado" na produção do site. Valeu!
 
 
26 March 2007 @ 09:08 pm

Galera da 04, finalmente, está concluída a nossa homepage. Inaugurada, seria melhor dizer, já que, durante o ano, ela será atualizada muitas vezes. Aqui, serão postados os melhores trabalhos da turma, algumas informações sobre a matéria, links interessantes para consulta etc. Assim, espero que façam bom proveito da "nossa casa". 

 
 
 
 

Advertisement

Customize